11 de dezembro de 2008

falando de amor com kito ...


eu descobri que o amor existe, mas ele não precisa doer, não precisa de choro, não precisa de estresse.
o amor tem que ser aquele refúgio de tranquilidade, sensação de estar em casa, numa rede, numa calmaria, sem cobranças, sem julgamentos.
o amor não é um turbilhão de brigas, o que vem junto dele é que traz paranóias: o passado de cada um, ciúmes, a vida fora do relacionamento, incompreensão, cobrança, medo, insegurança.
eu descobri que cazuza tava certo... e que é uma sorte ter um amor tranquilo, e eu quero essa sorte pra mim.
no meio de tanta confusão eu descobri que eu te amo...
... mas acho que estamos caindo num abismo que não tem volta.
tá virando obsessão.
tá doendo.
eu me perco em mim mesma, porque, se eu já não sei o que eu faço COM você, imagina SEM você!
e eu mudo de idéia.
não posso olhar nos seus olhos porquê eles me dominam, eu sou covarde. eu não consigo terminar com quem eu amo, me sinto fraca. mas não tenho mais dúvidas de que estamos nos fazendo sofrer.
às vezes perdemos muito mais juntos do que separados... e é muito difícil entender isso.
já pensei em começar do zero, mas não dá.
não se começa do zero quando se sabe tudo da outra pessoa.
uma vez li uma frase do Paulo Coelho que era mais ou menos assim “o amor pode nos levar ao paraíso ou ao inferno; mas ele sempre nos leva a algum lugar”.
acho que a frase por si só já fala tudo.
você virou um pedaço de mim, um ícone de amor, uma bagunça gostosa, uma descoberta assustadora, uma lágrima de saudade, a melhor experiência que tive, e fique feliz em saber que você é pra mim o que eu sempre sonhei ser pra alguém: inesquecível.

(Lara Gay e Mike Knecht)

Um comentário:

kito disse...

aiai, precisava ser tao complicado?
o amor somos nohs quem criamos.
podiamos conversar assim mas ao vivo neh? em breve, em breve!!!!
morto de saudades. :)

beijao...
NOSSO texto ficou lindiu! huahua